Alguns dos versos trocados... ---->
Já me acostumei
com teus gestos
teu silêncio profundo
de está com o grito calado
querendo se privar do mundo
com lágrimas contidas de peito ferido
canções pra doer
escondendo tua face
metade faz temer
o monstro que tenta
esconder
no fundo somente quer ser
um pouco mais de si
se entregar te faria bem
as barreiras te fazem voltar
prepara a mente sente
de volta
as incertezas de olhares insanos
atraem corpos
lábios profano
Luta sem saber porque
e foge quando quer atravessar
paredes de infinita dor
para assim entender
o monstro que tenta esconder
no fundo somente quer ser um pouco mais de si
Se entregar te faria bem
as barreiras de fazem voltar
prepara a mente e sente se permite amar.

Pensamentos alcoólicos
Retidos em um copo
Promessas de amor
Jogadas ao vento
Refletem o interior de um coração vazio
Vestes vestem e desnudam meus pensamentos
Penso em ti como em nenhum outro
A flor da minh’alma clama a ti
Como o pássaro necessita do ninho
Como o trovão antecede a tempestade.

Era um mar tão escuro, parecia tão profundo e misterioso, que me puxava. As ondas eram tão fortes, eu não pensava, eu só andava em sua direção. Era um vento forte que me amedrontava, me sacudia, rebuliçava todo os meus sentidos vis e viris. Me afastava e buscava, eram mil fontes fortes, mil troços, mil agouros, mil fitas da sorte sobre mim. Parecia uma tempestade, um maremoto na verdade, e eu seguia e molhava meus pés, e sentia as ondas baterem e sacudirem minha espinha que arrepiava. Eu me concentrava naquela força interna, aquela sujeira que meus pés lavavam, minha ânsia, minha ternura, minha vontade. Mergulhei. A onda me puxou. A água batia no meu pescoço. Mergulhei. Meu corpo estava exposto a natureza nua, súbita sob tua cor. Senti-me afundando. Meus olhos cansados. Não havia mais respiração. Agonia. Eu lutei. Perdi forças. Dormi. Acordei sentindo a ponta de teus dedos sob meu rosto febril e avermelhado. Minha respiração ofegante, meu corpo amolecido, minha perna frágil e úmida. Me afoguei em ti.

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